Outeiro Seco - AQI...

Tempo Outeiro Seco
Terça-feira, 31 de Agosto de 2010

"Ladrões na rua, trancas na porta"

Fechaduras a toda a prova

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:02

Link do post | Comentar | Ver comentários (2) | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

Texturas da natureza 3

Sempre há na natureza onde repousar o olhar.

 

 

 

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:02

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Domingo, 29 de Agosto de 2010

Texturas da natureza 2

Troncos de árvores

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:02

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Sábado, 28 de Agosto de 2010

Texturas da natureza 1

Texturas de rocha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:02

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 27 de Agosto de 2010

Pás das torres eólicas

Nota: Embora continuem a ser publicados posts diariamente, os comentários que forem surgindo, possivelmente só obterão resposta na Terça-feira dia 31. Berto.

 

Cá estão as fotografias em falta a que se referia o Zé Costa, das pás das torres eólicas. Pois vamos lá então, "Trabalho com diálogo". Com jeitinho as torres estarão montadas antes das giestas estarem arrancadas??? Lá pr'o Natal.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:02

Link do post | Comentar | Ver comentários (2) | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010

Fornos de cozer telha

Ao fazerem a ligação da rotunda das Antas à rotunda do Senhor dos Desamparados, ficaram a descoberto fornos de cozer barro, supondo-se que fossem de cozer telha. Os mesmos foram novamente soterrados e graças ao meu vizinho e amigo Armindo Escaleira, temos hoje algumas imagens, que teve a amabilidade de me ceder.

 

Quanto ao Armindo, quando digo que é amigo, quero também referir que quando regressamos de França, ele e seus pais, a Sra. Rita e o Sr. Augusto eram os nosso únicos vizinhos, pelo que mais do que amigo, nos poucos momentos de convívio que ainda tínhamos entre os trabalhos, acabou por ser como um irmão mais velho.

Já são 32 anos de boa vizinhança e de muitas histórias para contar, mas que ficarão para outro dia. Hoje ficam os fornos. Obrigado Armindo. Berto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:02

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010

Desmentido - Apoio à AMA

Às vezes cometemos erros por mero acaso, outras, como foi o caso, por acreditarmos de boa fé que podemos confiar nas pessoas. E é exactamente aí que eu já podia ter aprendido umas coisas, mas infelizmente não.

 

Em 13/05/2010, publiquei um texto ao qual dei o título de "Altares Vazios...". Julgo que é mais do que evidente, resumindo de uma "penada" o conteúdo desse mesmo texto, que como todos, creio eu, teve os seus apoiantes, críticos e neste caso, outros ainda que pelo menos a mim não tiveram coragem de me dizer nada, pelo menos pela frente e, o mais certo é nem terem lido o texto, mas adianto.

 

Da tiragem de 100 exemplares, 60 foram doados à AMA - Associação Mãos Amigas, mas dada a situação de incerteza quanto ao futuro desta, os textos ficaram a aguardar pela marcação de uma Assembleia-Geral extraordinária.

 

Entretanto, enquanto se aguardava a marcação da dita Assembleia foram oferecidos em troca de donativos 10 exemplares por mim, restando apenas 50. 

 

A Assembleia-Geral foi finalmente marcada, vindo a realizar-se no dia 17/07/2010, pelas 20.00 horas, decidindo manter-se em actividade e dando-me indicações de que o texto iria ser disponibilizado ao público dentro do horário e funcionamento da AMA.

 

Posto isto, utilizei este blogue para divulgar esse feito, no sentido de angariar os donativos para a AMA, o que fiz  04/08/2010, tendo agradecido às pessoas que na altura julguei estarem a ajudar-me, utilizando o seguinte texto:

 

"Quero agradecer à Leonor e ao Justino Chaves, bem como ao Flávio Félix, por terem tido a amabilidade de permitirem expor um exemplar nos seus estabelecimentos comerciais (mini-mercado e cafés, respectivamente) e, também ao Carlos Xavier, na qualidade de Presidente da Junta de Freguesia por facilitar a exibição de outro exemplar no placard junto à Igreja de São Miguel."

 

Pois bem, hoje, depois de várias tentativas e de ver outras pessoas que me são próximas envolvidas negativamente e de haver pessoas que estão a bloquear deliberadamente a entrada de verbas para a AMA como se esta estivesse muito abonada de dinheiro.

(Note-se que os textos que foram doados representam no mínimo 300 euros, apenas 75 euros menos que as receitas do livro "No Outeiro das lembranças". Mas disto falarei outro dia, porque ainda aguardo uma resposta, que espero que seja breve, a um email que enviei ao Altino).

 

Sendo assim e antes de reformular o texto dos agradecimentos e de informar as pessoas interessadas deste blogue onde podem dirigir-se, quero "refrescar" as memórias de outras (pessoas) que julgam que ainda estamos no tempo da inquisição ou da censura, em que era necessário pedir autorização ao Bispo de Braga para escrever fosse o que fosse.

Poderia apresentar exemplos com datas anteriores, mas isso obrigaria a colocar aqui várias páginas de autorizações, que incluiam até as baratas e as ratazanas que surrateiramente rastejavam aos pés dos amos das casas.

 

 

(Portugal) Em 1762 era assim (Exemplo):

 

 

 

(Portugal) Em 1970 ainda era assim (Exemplo):

 

 

 

(Outeiro Seco - Portugal) Em 2010 é assim (Não é exemplo, é único nos dias que correm, pelo que passo a transcrever exactamente como me foi enviado):

 

"Quanto a afixação do teu livro ninguem impediu, só achamos que deveria ser a AMA a dizer qualquer coisa já que vai ser a propria a receber estes donativos, por aquilo que se comenta é que a AMA não concordou com este titulo que deste ao livro, e que não estariam de acordo em vender este livro, logo não se pode afixar uma coisa a dizer que é para ajudar a AMA se eles não querem este livro, tambem pergunto se o Padre já tem conhecimento mais a comissão fabriqueira, penso que este teu livro tb lhes diz respeito.

Atentamente,..."
Junta de Freguesia de Outeiro Seco

 

Nota: Tomei a liberdade de eliminar o nome do signatário e de sublinhar as partes mais "sensíveis" para alguns leitores, embora todo o parágrafo não tenha desperdício. Informo também que a resposta só me foi remetida ao fim de uma meia dúzia de emails e estes, ao fim de ter entregue pessoalmente à esposa do Carlos um exemplar do texto para ser afixado.

 

Ou seja, se eu bem percebi e, tal como lhes respondi e se necessário for, também posso publicar a versão integral da resposta, para escrever o que escrevi e, "...por aquilo que se comenta...", deveria ter pedido autorização ao Padre, "mais" à Comissão da Fábrica da Igreja (que para mim não existe, nem tem poder "legal" - isto se mesmo constituída o tem - uma vez que é constituída por um elemento que não se pode auto-fiscalizar) e à AMA (pelo menos).

E quando eu pensava que o problema estava no conteúdo, ou seja, no próprio texto, não!!! Também "...por aquilo que se comenta...", a AMA não concordou com o título que eu dei ao texto.

Esta é boa e, tal como lhes respondi também, eu teria alterado o título para  "Altares da Igreja de São Miguel cheios com as Santas das restantes Capelas que têm os Altares Vazios", imprimia outras capas e problema resolvido e, se calhar já era um "best seller" tipo "Harry Potter". Isto até poderia ser considerado como danos por perdas futuras, quer em relação ao meu futuro como novelista, quer às receitas que a AMA já poderia ter obtido. Mas depois o que fariam com tanto dinheiro? Se já criam problemas para quem quer doar 300 euros, imagino se algum benfeitor/filantropo chegasse aí com um cheque com demasiados zeros, estou certo que o devolveriam por dificuldade de interpretação.

 

Muito bem, para que conste, então já ficam a saber que o Carlos Xavier a quem agradeci antecipadamente, julgando-o no mínimo isento, não afixou um simples exemplar de um texto que visa obter receitas para a AMA, pelo que como é evidente não tenho nada que agradecer e compete-me desmentir o que escrevi anteriormente, o que sinceramente lamento, uma vez não fazia essa ideia dele e continuo a não fazer, pelo que a seguir refiro.

Embora no email que me enviaram da Junta indiquem que ninguém os impediu, eu, pessoalmente, não acredito que nenhum deles tivesse a infeliz ideia e a coragem de não afixar o exemplar do texto, quando afixam qualquer "papel" que lhes seja enviado seja de onde for, uma vez que a quem compete decidir é a quem vai ou não dar os donativos e a quem tem ou não interesse em ler ou até em retirar do mercado todos os exemplares para os fazer desaparecer e não decidir as coisas por aquilo que se consta.

Mais, os "placards" são espaços de afixação públicos e, pagos pelo erário público, não são da Junta, do Padre e muito menos da Comissão da Fábrica da Igreja ou de qualquer outra pessoa particular, pelo que a responsabilidade da capa e do título que tanto vos incomoda é da minha responsabilidade. Ainda hoje estavam documentos afixados que nada têm a ver com a nossa Aldeia e sem qualquer interesse mas lá estavam resguardados do vento, da chuva e do gelo, enquanto que o meu (da AMA) teve de ficar fora ao sol.

 

Agora sim, agradeço à Leonor e ao Justino do Café e Mini-Mercado O Sapo, quer pelos exemplares que já distribuiu, quer por se ter disponibilizado de imediato para aceitar uma nova remessa de 20 exemplares, que já estão disponíveis para oferta, mediante um donativo simbólico de 5 euros.

 

Agradeço também à Isabel e ao Jacinto do Restaurante Santa Ana que também de imediato se disponibilizaram para ficar com os restantes 20 exemplares para aí distribuírem e, que já estão disponíveis para oferta, mediante um donativo simbólico de 5 euros.

 

E, também ao Flávio Félix, da Taberna Bar, que desde o primeiro momento teve a amabilidade de permitir expor no seu estabelecimento um exemplar para que quem queira possa consultá-lo e no caso de lhe interessar poder obtê-lo.

A todos, muito obrigado.

 

 

Quem sabe se num novo exemplar, já que este está visado pela censura e inquisidores da nossa Aldeia. Mas para isso terei de esperar que o Padre e outra pessoa que não cheguei a saber quem é, me autorizem a tirar fotografias no interior das Igrejas. Proibição esta que já vi que não é para todos, pois no recente livro há fotos tanto do interior da Igreja de Nossa Senhora da Azinheira, como da Igreja de São Miguel e ainda por cima dos paramentos...pelos vistos, "a permissa igual, direitos diferentes". Era um ditado antigo, utilizado pelos Padres para estruturarem e fazerem a destrinsa entre classes sociais, acabou por cair em desuso, mas agora volta a estar em voga com o novo elitismo ressurgido.

 

Resta-me dizer que os exemplares do texto foram retirados da Sede da AMA - Associação Mãos Amigas, por minha insistência, para não criar problemas a pessoas que lá estão para levar em diante o objectivo a que se propuseram desde o início e que fizeram um esforço enorme para se manterem e continuar de portas abertas, mesmo sabendo que o futuro lhes reserva poucas esperanças.

Refiro especialmente ao meu Tio Manuel Ferrador e a outras pessoas que, por diversos meios me fizeram chegar o seu apoio. Quanto aos restantes, que "...por aquilo que se comenta...", se veêm incomodados com o título do texto, já estou a preparar uma nova capa que dentro de uns minutos, ou horas estará aqui disponível. Quanto mais demorar maior será o número de visitas.

 

Mais, quando algum destes últimos tiver alguma coisa a dizer-me, que respire fundo duas ou três vezes, ou, aquelas que achar necessárias e me diga o que tem a dizer a mim e não ao meu Tio. Eu posso não ver o suficiente, mas ainda consigo ouvir murmúrios a uma distância considerável. 

O meu Tio limita-se a fazer o trabalho dele e fá-lo muito bem.

Até já com a capa renovada.

 

Cá está ela renovada, aprovada, visada pela inquisição, censura e demais preceitos legais impostos nesta Aldeia. Sorte teve o Sr. Herculano Pombo que, com todo o respeito, acertou à primeira.

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:02

Link do post | Comentar | Ver comentários (12) | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 24 de Agosto de 2010

"Como enterrar um cancro no buraco de uma giesta"

Bem, o título do post de hoje pode não parecer apelativo, mas ontem tive mais uma lição de uma pessoa que já admirava e que julgo que toda a Aldeia admira pela sua Força e pela sua Vontade de Viver.

 

Ontem quando cheguei a casa a horas pouco decentes para um homem com bisnetos, para além de uma SMS um pouco triste, tinha no meu PC que passa o dia e a noite ligado um email que no assunto referia: "Giestas do Campo Lavrado", convidando-me para às 8.00 horas (sim às 8.00 horas) aparecer para fotografar dois Homens a arrancar giestas.

 

 

 

 

O email era do nosso conterrâneo e amigo Zé Costa, que agora também partilha comigo vizinhança numa propriedade rural. O outro Homem com o "H" um pouco menor que o do Zé (e ele não se importa com isso seria o Edgar). Para além disso, fazia referência a duas coisas: a primeira que iria fazer tudo para enterrar o cancro no buraco de uma giesta e também me prometia que o trabalho com o Edgar era sempre a rir.

 

 

 

 

 

Como já aqui referi uma vez (salve o erro por altura das segadas), não gosto de tirar fotografias a pessoas que estão a trabalhar, porque não me agrada estar a ver sem poder ajudar enquanto os outros trabalham, mas fui e pedi ao meu pai para também ir lá ter porque faltava identificar um marco entre os dois terrenos e aproveitávamos a ocasião.

 

 

 

 

Claro que quando eu cheguei, cerca das 8.15 horas, os meus pais já lá estavam e já tinham o cesto do tractor cheio de pinhas e lenha, mas nada do Zé, nem do Edgar. Aguardamos e, enquanto o tempo passava fui-me entretendo a tirar umas fotografias, a uma libelinha (libélula) vermelha, a um cascarolho também com a cabeça vermelha (o que me leva a crer que seja do sol ou da poluição), a um camião de lenha que foi para os parques empresariais, que como não têm nada para fazer, já se preparam para se aquecerem no inverno, mas o que mais trabalho me deu foi tirar uma fotografia a uma lesma preta, rápida que se farta, fez-me lembrar uma determinada pessoa, na tomada de decisão de executar a ordem de levantar os resíduos da nossa Aldeia.

 

 

 

 

Por volta das 9.00 horas, avistam-se ao longe dois tractores em formação de coluna (digo eu). Chegados junto a nós, a explicação do atraso foi simples: tinham estado na eira numa sessão de "briefing", decidindo, qual a melhor maneira de arrancar as giestas, ou seja, de arrancar o mal pela raiz.

 

 

 

 

Pois a dita "sessão" continuou mais meia hora, conversando disto e daquilo, a colocação do marco ficou desde logo descartada e adiada para data a designar em ocasião mais oportuna e com menos trabalho na agenda.

 

 

 

 

 

Ou seja, início dos trabalhos 9.37 horas. Enquanto o Edgar enrolava o cabo de aço em volta das giestas, o Zé já tinha o tractor preparado para abrir o tal buraco. Eu, aos poucos ia registando o número de estrelas que eram atribuídos a cada "arrancada". Mas quando pensava que o trabalho estava a decorrer a bom ritmo, novo intervalo. Desta vez para actualizar a informação, incluindo a do futebol, que escusado será dizer que nada percebi.

 

 

 

 

 

Mais meia dúzia de giestas e, desta vez a paragem foi para o Zé cumprir a rigor o seu plano alimentar, mas claro que não podiam faltar mais umas histórias, uns conselhos de quem sabe, umas gargalhadas e retomaram o trabalho. Como não podia deixar de ser foi sol de pouca dura, tal como a manhã, cujas nuvens apareciam e se dissipavam a mesma velocidade que se desenvolviam as conversas e como o ruído do motor atrapalhava, pois nova paragem e como o Zé dizia "A vida são dois dias e um deles já passou".

 

 

 

 

 

Esta foi mais prolongada, falou-se do passado e do peso que representa em cada um de nós no presente, na facilidades que existem nos dias de hoje e na ignorância em que vivem e, como não dos planos futuros.

 

 

 

 

 

E aí, está em sérios riscos a AFACC, pois entre o Zé e o Edgar com o ritmo e a alegria contagiante de trabalhar que reúnem, estão a pensar criar uma empresa de sapadores florestais de limpeza de matas e combate aos incêndios.

A designação da empresa ainda era mais extensa mas de caminho a casa esqueci-me do resto.

Não restam dúvidas que trabalho não lhes vai faltar e qualquer patrão os pode contratar porque animam o resto do pessoal.

Mas não posso deixar de dizer que fiquei melindrado, pois não me convidaram para repartir os lucros.

 

 

 

 

Quanto ao buraco da giesta para enterrar o cancro, acho que ainda não foi desta, mas quem sabe como o cascarrolho voou, talvez desta vez Zé ele não te acompanhe para casa, talvez desta vez ele não encontre o caminho de regresso, ou, como tu dizes, que a vida são dois dias e um deles já passou, pelo menos o que falta, que seja tão longo como aquele que já passou.

 

 

 

 

Aos dois (Zé e Edgar) agradeço a manhã de alegria e bom humor que me permitistes passar convosco. Qualquer dia temos de repetir, nem que eu volte a estar sem fazer nada.

 

 

 

 

Desta vez não senti que estava a fotografar pessoas que estavam a trabalhar, mas sim pessoas que estavam a aproveitar a vida e a divertir-se imenso.

 

Fica um slide das imagens finais de um sorriso que espero não esquecer.

 

 

 

 

 

Obrigado e um abraço,

 

Berto

Publicado por Humberto Ferreira às 00:02

Link do post | Comentar | Ver comentários (2) | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010

Faleceu o Sr. António Figueiras

Tive conhecimento que faleceu o Sr. António Figueiras, encontrando-se o seu corpo na Igreja de Nossa Senhora da Azinheira.

À sua esposa Sra. Alcina, netos Daniel e Cláudia e restante família, apresento em nome da minha família e meu próprio os nossos mais sentidos pêsames.

O funeral será amanhã na Igreja de Nossa Senhora da Azinheira, às 16.00 horas.

Que descanse em paz.

Publicado por Humberto Ferreira às 21:45

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Legislação de interesse

Código do IVA:

 Lei n.º 22/2010, de 23.8 -  Alarga o âmbito da não tributação em sede de IVA das transmissões de livros a título gratuito, alterando o Código do IVA, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 394-B/84, de 26 de Dezembro.

 

IRS - Coeficientes de Desvalorização da Moeda:

Portaria n.º 785/2010, de 23.8 -  Actualiza os coeficientes de desvalorização da moeda a aplicar aos bens e direitos alienados durante o ano de 2010, para efeitos de determinação da matéria colectável do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares.

 

Sistema de Normalização Contabilística (SNC):

 Lei n.º 20/2010, de 23.8 -  Alarga o conceito de pequenas entidades para efeitos da aplicação do Sistema de Normalização Contabilística (SNC) - primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de Julho.

 

Portaria n.º 803/2010, de 23.8 - Aprova o Regulamento Geral dos Concursos Institucionais para Ingresso nos Cursos Ministrados em Estabelecimentos de Ensino Superior Privado para a Matrícula e Inscrição no Ano Lectivo de 2010-2011.

Publicado por Humberto Ferreira às 09:34

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quem é???

Quem é???

 

 

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:02

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Domingo, 22 de Agosto de 2010

Um caso sério de popularidade...

Este blogue começa a ter sérios problemas com a popularidade que alcança para além das nossas fronteiras, como é óbvio, refiro-me às da Aldeia.

 

Depois de ter conseguido uma primeira ligação em Lisboa no blogue do Luís Montalvão (http://velhariasdoluis.blogspot.com/) e uma segunda no blogue da Tânia em Segirei (http://segirei.blogs.sapo.pt/), consegue agora uma ligação no blogue Chaves do Fernando Ribeiro (http://chaves.blogs.sapo.pt/).

 

Obrigado aos três e, neste caso, em especial ao Fernando, quer pela ligação, quer pela ajuda sempre pronta.

Um abraço.

 

Berto

 

Deixo uma das janelas do teu post de ontem com os frutos do sabugueiro quase maduros.

 

 

 

    

  

 

 

  

 
 
Para além do mais, para quem não conhece, como eu não conhecia e suponho que ainda não conheço na totalidade este Artista multifacetado, se alguém se preocupar em pesquisar na Biblioteca Nacional Digital, por "Chaves", encontrará qualquer coisa parecida com isto. Parabéns Fernando.
 
 
 
Publicado por Humberto Ferreira às 00:01

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Sábado, 21 de Agosto de 2010

Algumas colheitas e produtos da horta

O lavrador, embora com muito trabalho e os contratempos que vai sofrendo, quer pelo clima, quer pelas "moléstias" que cada vez atacam mais as produções, quer pelos amigos do alheio de que aqui já falámos, lá vai colhendo para seu consumo e para os amigos.

Como eles dizem, pelo menos sabemos o que comemos. Esta verdade é inegável, mas que em alguns produtos estes ficam pagos duas ou três vezes, também não deixa de ser menos verdade.

 

Ficam algumas imagens de apenas alguns dos produtos que se colhem por estas terras.

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:02

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010

"No Outeiro das lembranças" - "Procissões - porquê?!"

Procissões – porquê?!

 

Para além destas, muitas e variadas poderiam ser as páginas de memórias de um povo. Farrapos de imagens, de luz, de sons, de palavras que só alguns guardam no mais íntimo do seu ser. Esses esperam ansiosos que alguém os faça reviver, com alegria, os momentos guardados na memória, que, pelo simples facto de terem existido, deveriam ser valorizados, pois são eles a identidade de um povo. Mas, lamentavelmente, muitos deles caem no esquecimento ou perdem-se ao serem levados com o último suspiro.

Cabe-nos a nós, que ainda gozamos da confiança dessas arcas repletas de conhecimento e de saber, colhermos, reproduzirmos, e divulgarmos aquilo que é de todos, que é tanto e tão pouco como a memória do nosso povo.

Era meu dever escrever sobre um dos momentos, entre tantos outros, recordados – as procissões, porque tive o privilégio e a oportunidade de entrar nesse mundo das recordações ao ouvir algumas histórias que me forneceram informações preciosas sobre as fotografias e sobre o tema em apreço.

 

 

 

 

 

Essas histórias foram protagonizadas pelas gentes da nossa terra, que a amam e a não esqueceram.

Agradeço à minha Tia Quinhas Alferes e ao Tio Hélder, por me deixarem digitalizar e tratar as fotografias de sua propriedade, ao Sr. Zé do Forno, pelos conhecimentos inesgotáveis sobre todas as matérias, à Sra. Henriqueta e ao Sr. Anselmo, que, por que não dizê-lo, me surpreendeu com uma memória prodigiosa e por ser um dos protagonistas das fotos em questão e, por último, mas não com menos importância, aos meus pais, Adélia e Berto Alferes, a quem sempre recorria para conhecer e aprimorar os pormenores.

Em relação às procissões, ninguém saberia dizer quando começaram, mas podemos encontrar vários relatos no Antigo Testamento.

Na definição mais comum, procissão é uma manifestação pública de fé e da piedade popular cristã, conduzida pelo Clero, deslocando-se ordenadamente de um lugar a outro, promovendo a devoção dos fiéis, comemorando os auxílios de Deus e dar-lhe graças, ou para implorar o seu amparo.

 

 

 

 

 

A procissão de Nossa Senhora da Azinheira sempre foi um vivo exemplo dessa manifestação pública de fé ou de piedade popular cristã.

Também há quem considere as procissões actos de idolatria, por adorarem os Santos e a Virgem, tal como os judeus, que foram libertados do Egipto, adoraram o bezerro de ouro no Monte Sinai, enquanto Moisés recebia de Deus os Dez Mandamentos.

Outros justificam-se dizendo que os peregrinos não têm adoração, mas sim devoção, no entanto adorar e venerar são sinónimos com origens diferentes: um é do grego e o outro do latim. Mas as duas palavras significam a mesma coisa: prestar culto ou homenagem a uma determinada figura, pessoa ou imagem.

No fundo, penso que se trata de uma falsa questão. As procissões são abertas por Jesus Cristo, a Virgem e os Santos seguem-nO. Os Santos e a Virgem Maria foram exemplos de vida a serem seguidos, foram pessoas que viveram a sua fé de maneira exemplar, deixando-se guiar pelo Espírito de Deus e foram sinais da presença de Deus na terra.

Em Outeiro Seco, várias são as procissões, a título de exemplo:

- a procissão de São José, realizada no dia 13 de Março, que, entretanto, deixou de realizar-se;

- a procissão da Via Sacra, efectuada cada ano, na Sexta-feira Santa, de manhã;

- a procissão de São Miguel, padroeiro de Outeiro Seco, invariavelmente realizada no dia 29 de Setembro de cada ano. Sobre a procissão da festa em honra de São Miguel, conta-se que o andor era sempre transportado à cabeça em redor da Igreja Matriz, pelo Sr. Miguel Sanches, mas, mais tarde, sendo este já idoso, tomou-lhe o lugar o Sr. Miguel Pereiro;

- a procissão das velas, realizada dia 7 de Setembro, à noite, e que precede a grande procissão de Nossa Senhora da Azinheira. Sobre a procissão das velas, quero apenas referir que o primeiro andor a ser transportado por mulheres foi o da Nossa Senhora das Dores, oferecido sempre, enquanto foi vivo, pelo falecido Capitão Cruz, que também se encarregava de "recrutar" as mulheres;

- a procissão de Nossa Senhora da Azinheira, realiza-se cada ano, no dia 8 de Setembro, por se acreditar ser este o dia de seu nascimento. Filha de Santa Ana e de São Joaquim, Nossa Senhora da Azinheira, é a padroeira de Outeiro Seco. O seu dia de festa é cada vez mais um centro de culto e de peregrinação de fiéis, que ultrapassam, desde há muito, as fronteiras da Freguesia, para Lhe prestarem a sua devoção. Esta tem, sem dúvida, sido o palco de uma das mais populares e genuínas manifestações culturais de cariz religioso do concelho de Chaves.

 

 

 

 

 

Com o passar do tempo, veio também o exagero e certos atractivos de cariz popular e turístico, que se tornaram mais apelativos para os fiéis. Refiro-me aos milhares de euros que, literalmente, se queimam em fogo-de-artifício, apenas por vaidade ou rivalidade com outras aldeias.

Nossa Senhora da Azinheira, certamente, agradeceria que esse dinheiro fosse aproveitado para obras de restauro de outras capelas, para ajudar pessoas necessitadas, ou para a “Associação Mãos Amigas”, ou não?!

O dia da festa em honra de Nossa Senhora da Azinheira, desde os tempos em que a fome ainda se sentava à mesa dos nossos antepassados, havendo alguns rijos, que resistem ainda entre nós, era sempre planeado com muita antecedência pela rapaziada, que, para além de ter, nesse dia, um dia de folga, sem dúvida merecido, também, delineava mil e um artifícios para se aproximar das suas miúdas!

A aldeia engalanava-se, as janelas e varandas eram enfeitadas com bonitas colchas que, estendidas, ondulavam com a leve brisa que o estio de Setembro permitia.

Era uma manifestação singular do Sentir de um povo!

Era a voz da Fé que se renovava ano após ano!

Era a força e o fervor da Tradição!

A história que as fotografias nos contam é muito interessante e esta, quase na sua totalidade, brotou do Sr. Anselmo, como se estivesse a reviver esses momentos. Eu, estupefacto, limitei-me a ouvi-lo, a tomar notas e só raramente me atrevia a interrompê-lo para lhe fazer uma pergunta.

 

 

 

 

Aqui fica, para todos, um pedaço da nossa História.

As fotos remontam a 1957 e foram uma encomenda.

Essa encomenda foi feita pelo Sr. António Maria Sousa, que, em 1912, partiu para o Brasil à procura de melhor vida e de onde nunca mais regressou. Do dinheiro dessa viagem ficou como fiador o seu amigo João Júlio Alves (João Alferes - "velho" e meu bisavô).

O Sr. António Maria Sousa era irmão da Sra. Maria Adelaide de Sousa, mãe do Sr. Anselmo e casada com o Sr. Francisco Júlio Alves (irmão do referido João Alferes).

Assim sendo, o Sr. Anselmo era sobrinho do Sr. João Alferes e um, como sobrinho, e o outro, como amigo, estiveram incumbidos da tal encomenda.

A encomenda do Sr. António consistia em oferecer quatro andores na procissão de Nossa Senhora da Azinheira e que disso ficassem registos fotográficos para que à posteriori lhe fossem remetidos.

Assim, meteram mãos à obra e "justaram" os quatro andores a um armador da Madalena, por 2,5 contos.

Os quatro andores armados foram: Nossa Senhora da Azinheira, Nossa Senhora das Graças, São José e São Miguel. Importa referir que foi a primeira vez que o São Miguel foi armado para a procissão de Nossa Senhora da Azinheira, sendo que, a partir desse ano, passou a estar sempre presente.

Esse ano, pode dizer-se, marcou um ponto de viragem!

Anteriormente, os andores eram os de Nossa Senhora da Azinheira, Santa Ana, Senhor dos Passos e São José. É curioso que, quanto a este último, quando os mordomos não conseguiam dinheiro suficiente para armá-lo ou ninguém o oferecia, eram as mulheres dos mordomos que pediam novamente para o andor de São José.

O fotógrafo contratado para a encomenda foi o da Foto Alves, na Rua Direita (mas o velho! - insistiu o Sr. Anselmo).

Nesse ano, o Sr. João Alferes (velho) fazia parte da Comissão Religiosa com o Sr. Padre João Sanches, conhecido pela maioria de nós, e foi mordomo o Sr. João Alves Ferreira (João Alferes - "novo" e meu avô).

Uma grande diferença em relação aos dias de hoje é que dos andores não pendem notas, mais uma referência às dificuldades que se viviam nessa época!

 

 

 

 

Quanto aos anjinhos, carregadores e restante público, deixo a sua identificação, como exercício de memória, para os leitores.

Antes de finalizar, resta-me dizer duas coisas: a primeira é que não havia tanta dificuldade em arranjar homens para transportar os andores, porque era um orgulho levar ao ombro Nossa Senhora da Azinheira, ou outro Santo ou Santa, embora se diga que o peso dos andores, nessa época, era "ligeiramente mais pesado", mesmo assim, o Sr. Anselmo teve de arranjar dezasseis homens; a segunda é que a Banda, encarregue de alegrar a Festa, foi a Banda de Rebordondo.

Depois de concluída a Festa, o Sr. Anselmo pôde enviar ao seu Tio António os registos de que a encomenda tinha sido cumprida.

Nesses mesmos registos, podemos vê-lo acompanhado de sua mãe, Maria Adelaide, e de seu tio, João Alferes, a posarem em frente ao andor de Nossa Senhora da Azinheira.

Bem-haja por guardarem os registos fotográficos e a memória tão fresca!

 

Berto

Publicado por Humberto Ferreira às 00:01

Link do post | Comentar | Ver comentários (2) | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010

Exemplos de urbanidade a seguir...

Diz que não há uma sem, um cento delas. Desta vez, não se pode dizer que a carrinha seja da CMChaves, mas se o joão batista pode, porque não os outros. Força joão batista, afinal parece que devemos estar gratos, pela ajuda e pelos exemplos de urbanidade a seguir e pelos vistos seguem-os à risca.

Como sempre, as provas, (19/08/2010 às 11.27 horas).

 

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 20:12

Link do post | Comentar | Ver comentários (4) | Adicionar aos favoritos

Outras tradições

Para finalizar a sequência dos quatro postais que retirei do lote que me foi oferecido pelo Orlando de Segirei, guardei um que talvez seja aquele que há mais tempo deixou de se verificar e a meu ver ainda bem.

 

As mulheres ou crianças deviam abastecer as casas de água, transportando os cântaros ou as bilhas à cabeças ou de encontro à anca. Na nossa Aldeia também era comum o transporte dos cântaros do leite, quando era a maior produtora de leite do concelho de Chaves, que pouco depois foi largamente "ultrapassada" por Mairos, muito em virtude da proximidade de Outeiro Seco de Chaves e da maioria das famílias ter um membro como funcionário em Chaves, perdendo-se assim a necessidade de recorrer a outros recursos financeiros, nomeadamente o proveniente do leite de vaca.

 

Por outro lado, este postal também retrata mais duas situações, uma de pobreza, verificando-se pela nudez dos pés e outra o transporte de alimentos em cestos à cabeça, trabalho este também entregue às mulheres, que levavam o almoço ou as merendas ao campo durante as épocas de trabalho.

 

A este respeito, conta-se que certa mulher, levando o cesto à cabeça com o almoço ou a merenda para os homens que estavam a trabalhar, lhe subiu um lagarto pelas pernas acima. Para não deixar cair o cesto agarrou o lagarto junto ao ventre, conjuntamente com as roupas e assim fez o resto do trajecto sem deixar cair o cesto com a comida.

Chegando ao local pediu para que lhe retirassem o cesto da cabeça e ao virar a roupa, lá estava o lagarto bem preso.

 

Deixo também duas fotografias, que foram digitalizadas do já extinto jornal "Alto Tâmega". Ainda pedi ao nosso amigo e conterrâneo Jorge Bernardo para contactar o seu proprietário, o Sr. Amorim, em Vilarelho da Raia, no sentido de obter os originais ou cópia dos mesmos, mas não houve sucesso. De qualquer forma, obrigado.

 

 

 

 

 

 

    

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:01

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010

As Vindimas

As vindimas, que já estão próximas, são dos poucos trabalhos comunitários que ainda mantêm alguma tradição na nossa Aldeia. Desapareceram as maiores extensões de vinha, mas continuaram a cultivar-se pequenos recantos para consumo de casa.

 

Até à data, as geadas são as principais causadoras do decrécimo acentuado da produção que se verificará este ano, seguido (como digo, para já) das ondas de calor, que como pudemos ver num anterior post, também já "queimaram" algumas uvas mais expostas.

 

Também vou deixar aqui um conjunto de imagens que recordam as vindimas.

 

Em primeiro lugar deixo um foto que tirei esta semana na vinha de meus pais a uma "bastardeira", que como se pode ver está praticamente madura. Precisava de água, com moderação.

 

 

 

 

 

 Fica também, "republicada", uma foto que me foi amavelmente cedida pela família Montalvão Cunha e que retrata uma vindima no Aloque nos Anos 30. Há alguém conhecido?

 

 

 

 

 Fica também mais um postal de 1904 oferecido pelo Orlando de Segirei, que retrata também uma cena de vindimas.

 

 

 

 

 

E, finalmente, não posso deixar de insistir no aproveitamento mais adequado da pedra de peso de lagar que se encontra no jardim da Igreja de Nossa Senhora da Azinheira e, que como já tive oportunidade de referir poderia ter um fim mais educativo. Para além disso, deixo mais duas fotos, uma de um fuso de lagar de peso, de uma gruta cavada numa adega (ambas pertencem à adega da Helena Pires de Segirei, que neste momento está a ser utilizada pelo seu primo Guilhermino Pires) e uma foto de vindimos que deixaram de ter a sua utilidade e que pertencem ao Zé Augusto, também de Segirei.

 

As fotos destes utensílios tem sido fácil de obter na Aldeia de Segirei, porque era uma Terra que colhia muito vinho, testemunho disso são os inúmeros socalcos que ainda são visíveis pela serra e que lhe dão uma imagem de um Douro desaparecido.

Como na maioria das aldeias, a falta de mão-de-obra, tem sido a principal causadora do abandono de tão importante património.

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:02

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Legislação de Interesse

Cursos EFA - Alteração

Portaria n.º 711/2010, de 17.08 -  Primeira alteração à Portaria n.º 230/2008, de 7 de Março, que define o regime jurídico dos cursos de educação e formação de adultos (cursos EFA) e das formações modulares previstos no Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de Dezembro.

 

Resolução do Conselho de Ministros n.º 57-A/2010, de 16.08 (2.º Supl.) - Fixa as condições concretas da 5.ª fase do processo de reprivatização da Galp Energia, SGPS, S. A.

 

Resolução do Conselho de Ministros n.º 57-B/2010, de 16.08 (2.ºSupl.) - Aprova o caderno de encargos do concurso público de reprivatização do BPN - Banco Português de Negócios, S. A.

Publicado por Humberto Ferreira às 00:01

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 17 de Agosto de 2010

O Linho

Na nossa Aldeia, a produção de linho "quase" rivalizava com a produção de centeio, havendo nessa altura teares e primorosas tecedeiras, como era por exemplo a mãe do Sr. Zé do Forno, que não duvidava em emprestar o tear a famílias necessitadas e em situações mais aflitivas.

 

Claro que não é de minha lembrança a produção de linho, nem o árduo trabalho em que consistia o seu ciclo desde a sementeira ao tear, como tal reuni algumas peças que poderão ajudar a quem interessar a saber um pouco mais sobre esta matéria.

 

Para o efeito, junto um postal de 1904, que me foi também oferecido pelo Orlando de Segirei, uma foto de sementes de linho, a seguinte trata-se de um utensílio que se encontra exposto no Hotel Rural Casa de Samaiões e por fim, mais um livro que adquiri na bancada da Sra. Cristina Catarino Gomes na última feira de velharias em Chaves.

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

   

 

 

 

 

  

Publicado por Humberto Ferreira às 00:02

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010

Apresentação do livro "No Outeiro das lembranças"

Segundo o convite que me foi remetido pelo administrador do blogue “Tradição e Modernidade”, a apresentação do livro “No Outeiro das lembranças”, irá realizar-se dia 20 de Agosto de 2010 (Sexta-feira), pelas 21h00, na Igreja Românica de Nossa Senhora da Azinheira.

  

 

 

   

 

Decidiu convidar o Dr. Manuel Carvalho Martins que fará uma breve alusão às origens de Outeiro Seco, tudo bem.

 

Mas também, contra tudo aquilo que estava combinado de afastar o livro dos interesses políticos, parece que vem aí o joão batista (tudo mal), que na minha opinião, não vem mais do que denegrir a imagem da nossa Aldeia ou relembrar que ainda não levantou os resíduos a que está obrigado (para além de continuar a fazer o contrário - a depositá-los), nem avançou com o contributo financeiro que prometeu à AMA, entre um rol de coisas mais que já aqui foram escritas por diversas vezes e que continuarão a sê-lo enquanto não forem resolvidas.

 

Pessoalmente, acho que deveria ter vergonha de pisar a nossa Aldeia e em particular o chão Sagrado da Igreja de Nossa Senhora da Azinheira, mas como todos sabemos, esta gente não tem vergonha de nada.

No final, para quem interesse decorrerá, no jardim anexo, um convívio gastronómico.

Publicado por Humberto Ferreira às 21:12

Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Humberto Ferreira . Berto Alferes

Pesquisar neste blog

 

Julho 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
25
26
27
28
29
30
31

Posts recentes

AMA - Associação Mãos Ami...

Rapa das Bestas - Sabuced...

Natureza

Calvário - Três Cruzes

Câmara Municipal de Chave...

Imagens - São Miguel

Fotografia - Ao acaso

Fotografia - Gado

Rapa das Bestas - Sabuced...

Natureza

Capela de Nosso Senhor do...

8 de Julho - CMChaves e J...

Imagens - Nossa Senhora d...

Fotografia - Ao acaso

Fotografia - Gado

Rapa das Bestas - Sabuced...

Natureza

Chaves: “Rachas do Presid...

Norberto Costa no Podium ...

Igreja de Nossa Senhora d...

Câmara Municipal de Chave...

Imagens - São José

Fotografia - Ao acaso

Fotografia - Gado

Rapa das Bestas - Sabuced...

"Pedra de Mesa"

Natureza

Câmara Municipal de Chave...

Fotografia - Ao acaso

Fotografia - Gado

Arquivos

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

tags

acisat

agricultura

aldeias

ama

ambiente

amnistia internacional chaves

ana maria borges

antigamente

aqi

auto da paixão

berto alferes

boticas

casa de cultura

chaves

cogumelos

coleccionismo

comboios

contributos

desporto

dinis ponteira

diogo rolim

direitos humanos

esgotos

exposições

família

fátima

fauna

faustino

feira do gado

feira dos santos

fernando ribeiro

festa do reco

flora

fotografia

galiza

humberto ferreira

incêndio

isaac dias

j.b.césar

joão jacinto

joão madureira

josé arantes

lamartinedias

laura freire

legislação

lixo

luís montalvão

lumbudus

máquinas fotográficas antigas

marco costa

miguel ferrador

montalegre

natureza

notícias

olhares

orçamento participativo

orçamento participativo 2015

outeiro seco

pablo serrano

património

pedro afonso

pitões das júnias

políticos

recortes

regina celia gonçalves

religião

rita gonçalves

romeiro de alcácer

santarém

são sebastião

segirei

sr. luís fernandes

sr.joãojacinto

tiago ferreira

tradições

tupamaro

vamos até

verin

vidago

vítor afonso

todas as tags

Favoritos

Ocasionais

Blogues Amigos




Creative Commons License

AVISO:
A cópia ou utilização das fotografias e textos aqui publicados são expressamente proibidas, independentemente do fim a que se destinam.
Berto Alferes

Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported License

Lumbudus

Tradições

Património

Coleccionismo

Fauna

Flora

Aviso




Creative Commons License

AVISO:
A cópia ou utilização das fotografias e textos aqui publicados são expressamente proibidas, independentemente do fim a que se destinam.
Berto Alferes

Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported License.

Visitas:

subscrever feeds