Outeiro Seco - AQI...

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Domingo, 24 de Setembro de 2017

Outeiro Seco - Alguém se lembra?

 

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Fonte: http://www.chaves.pt/uploads/document/file/887/Boletim_de_Maio_2007.pdf

 

Onde está a justificação que fundamente o investimento que foi feito para o “Mercado Abastecedor”?

Onde estão os postos de trabalho prometidos pela CMChaves e Junta de Freguesia com a criação do “Mercado Abastecedor” para justificar a expropriação de terrenos naquele local, da qual ainda devem dinheiro aos proprietários (desde Dezembro de 2004), porque são “pessoas” muito “honestas” e “honradas”?

Em suma, onde está o “Mercado Abastecedor” que iria revolucionar o comércio e a agricultura do concelho de Chaves?

Com que bases legais instalaram empresas industriais num edifício destinado exclusivamente ao comércio por grosso e financiado com fundos comunitários para esse fim exclusivo?

Qual o custo para os munícipes/contribuintes do “Mercado Abastecedor” desde a sua construção? E, já agora, qual o custo de todo o empreendimento? E que valor já atinge o total dos salários pagos aos seus competentíssimos gestores? É preciso ter em conta que só tiveram lá 2 (DOIS).

Onde está o valor das rendas da “Portugalicia”, vulgo “lota seca”?

Onde está o valor das rendas da “Pastelnor/Halago”?

Onde está o valor das rendas da outra empresa ainda lá instalada?

Onde está a postura da Junta de Freguesia da nossa Aldeia, que como soubemos recentemente se tornou perita em mentir em Tribunal?

Onde estão, na qualidade de accionistas, a Cooperativa Agrícola Norte Transmontana (5%), a AMAT – Associação de Municípios do Alto Tâmega (2%), a ACISAT – Associação Empresarial do Alto Tâmega (1%) e a ADRAT – Associação de Desenvolvimento Regional do Alto Tâmega (1%) e, onde estão os associados destas? Está tudo calado este tempo todo?

Etc...

 

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Fonte: http://www.chaves.pt/uploads/document/file/887/Boletim_de_Maio_2007.pdf

 Também em: https://diariodetrasosmontes.com/noticia/portugalicia

 

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Publicado por Humberto Ferreira às 00:06

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Sábado, 23 de Setembro de 2017

Outeiro Seco - Alguém se lembra?

 

Primeiro Ministro visita local dos esgotos em 31 d

Primeiro Ministro visita local dos esgotos em 31 de Maio de 2013 (Boletim Municipal)

Promessas de criação de postos de trabalho

 

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Publicado por Humberto Ferreira às 00:05

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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

Outeiro Seco - Alguém se lembra?

 

Edição de 29-07-2011 do semanário “A Voz de Chaves”

 

Lixo ainda é visível na “Mina” de Outeiro Seco, mas Câmara garante efectuar limpezas periódicas

 

Após mais de 30 anos a acumular lixos indevidos, ainda há resíduos encobertos no lugar da “Mina”, em Outeiro Seco, e quem tema que ameace as habitações com risco de incêndio. Contudo, o proprietário do terreno, a Câmara de Chaves, garante ter tudo sobre controlo com limpezas de seis em seis meses. O espaço encontra-se vedado e a autarquia faz uso dele para colocar algum entulho “de acordo com as normas de segurança e higiene”, mas avança que a área está a ser alvo de “operações urbanísticas de regularização” para implementar futuros projectos de âmbito social.

 

 

Imagem recolhida no passado sábado 23 de Julho

 

Em Outeiro Seco, entre o Solar dos Montalvões e a Escola de Enfermagem, também conhecido por lugar da “Mina”, ainda é visível lixo misturado com entulho e encoberto pela vegetação. Local de depósito de todo o tipo de lixo e resíduos indevidos por empresas e particulares ao longo de mais de 30 anos, foi e continua a ser também local gerador de polémica na aldeia. Se há quem tema que a mistura de mato com lixo acumulado e soterrado ameace com risco de incêndio as ruínas e habitações circundantes, a Câmara Municipal de Chaves, proprietária do terreno, garante ter tudo sobre controlo com limpezas de seis em seis meses efectuadas pelas máquinas dos serviços operacionais.

 

 

Imagem captada no passado sábado 23 de Julho

 

Embora já se note “o espaço mais limpo” devido às remoções periódicas, “após tantos anos de deposição de resíduos, é natural que se encontrem ainda resíduos encobertos”, notou à Voz de Chaves o vereador da Câmara Municipal de Chaves, Carlos Penas, acrescentando que “é um espaço de grandes dimensões que merece bastante manutenção”. O responsável pelos Serviços Urbanos da autarquia flaviense reconhece que “efectivamente [o terreno] foi alvo de usos indevidos durante algum tempo por parte de privados, que faziam algumas descargas. Detectado esse problema, vedamos o terreno e fazemos uso dele”. Com efeito, os serviços municipais efectuam “de vez em quando a colocação de algum entulho em função dos seus interesses e necessidades”, até “para regularizar o terreno”, mas “de acordo com todas as normas de segurança e de higiene”, sublinha Carlos Penas.

 

 

 Imagem recolhida no passado sábado 23 de Julho

 

Em Abril 2010, o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, através do Destacamento Territorial de Chaves, emitiu um auto de notícia por contra-ordenação por falta de licenciamento para a realização de operações de gestão de resíduos e solicitou à Câmara, através de ofício, a remoção dos mesmos no lugar da “Mina”, mas o vereador esclarece que o município cumpriu as suas obrigações e não foi alvo de qualquer multa.

 

Materialização dos projectos “é um processo que tem de ser estudado e demora o seu tempo”

 

 

Imagem recolhida no passado sábado 23 de Julho

 

Em 2008, foram divulgados projectos de empreendimentos arrojados para aquele terreno, que incluíam, entre outros, a reconversão do Solar dos Montalvões em restaurante, museu gastronómico regional e sala de exposições, que ficariam a cargo da Confraria de Chaves, bem como um Instituto Politécnico, composto por residência estudantil e duas Escolas Superiores: uma de Saúde e outra de Hotelaria e Turismo, além de um Parque de Ciência e Tecnologia para investigação. Contudo, Carlos Penas esclarece que “são planos” e a materialização dos projectos “é um processo que tem de ser estudado e demora o seu tempo”. Deste modo, “estando desocupado, existe uma série de projectos para aquele espaço, que serão de futuro implementados consoante haja possibilidades, respectivas candidaturas e seja o momento oportuno”, remata o vereador.

 

 

 Imagem recolhida no passado sábado 23 de Julho

 

Recentemente, a Câmara de Chaves anunciou que irá ceder a título de empréstimo um dos dois lotes na Quinta dos Montalvões à associação Chaves Social para instalar uma Unidade de Internamento de Cuidados Continuados, além da construção de um lar de terceira idade numa área cedida à Associação Mãos Amigas. Neste momento, “estão a ser feitas as operações urbanísticas de regularização de toda aquela área para que de futuro esses edifícios possam ser implementados”, remata Carlos Penas.

 

Por: Sandra Pereira

 

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Publicado por Humberto Ferreira às 00:05

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Segunda-feira, 18 de Setembro de 2017

Outeiro Seco - Alguém se lembra?

 

Revista publicada em 2009. Ficam aqui as páginas que dizem respeito à nossa Aldeia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Publicado por Humberto Ferreira às 00:05

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Sábado, 16 de Setembro de 2017

Outeiro Seco - Alguém se lembra?

 

Edição de 14-11-2008 do semanário " A Voz de Chaves"

 

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Outeiro Seco – Quinta dos Montalvões –  De espaço degradado a projecto apetecido
Lixo e degradação fazem parte do quotidiano da Quinta dos Montalvões, em Outeiro Seco. Propriedade do Município de Chaves, para aquele espaço estão projectados empreendimentos arrojados, na área da gastronomia, do ensino e investigação, saúde e apoio aos mais idosos.
A Quinta dos Montalvões, em Outeiro Seco, propriedade do Município de Chaves, mais parece um “aterro sanitário”, dada a quantidade de lixo aí despejada. Com acesso para veículos, são visíveis vários montões de lixo, entulho e até uma “pilha” de garrafas de vidro, umas intactas, outras partidas.
Este espaço, adquirido pela Câmara de Chaves, esteve cedido, durante 10 anos, à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, para que aí pudesse desenvolver um pólo universitário.
No entanto, decorrido este tempo, regressou novamente para a responsabilidade da autarquia, dado aquela Universidade não ter desenvolvido qualquer projecto. Além do lixo acumulado, também o Solar está ao abandono, degradando-se com o passar do tempo.
Confrontando a Câmara Municipal de Chaves sobre esta situação, o Vereador António Cabeleira, referiu à A Voz de Chaves que desconhecia o amontoar de lixo nos terrenos da quinta, mas prometeu algumas medidas: mandar “os técnicos certificarem-se da situação, para que possa fazer uma queixa na Brigada Verde do Ambiente e solicitar a abertura de uma vala no acesso ao terreno, para que possa impedir a entrada de viaturas”.
Quanto ao Solar, assim como para todo aquele espaço da Quinta, estão em perspectiva arrojados projectos, no âmbito da gastronomia, ensino, saúde e apoio aos mais velhos.
 

 
Confraria de Chaves ocupará o Solar
Quanto a recuperação do Solar, a ideia é, após a recuperação do edifício, transformá-lo num espaço com múltiplas funções, mas com um tema único, a gastronomia, onde possa haver um restaurante, muito provavelmente para ser explorado por privados, um museu dedicado, também ele, ao sector gastronómico regional e uma pequena sala de exposições.
Segundo António Cabeleira “tudo está já pensado e a futura confraria de Chaves, que deve ser formalizada e legalmente formada a curto prazo, pode ficar responsável por toda a organização do edifício do Solar, que vai ser a porta de entrada para todo o empreendimento a desenvolver na Quinta.”
 

 
Dinamizar a Escola Superior de Enfermagem
Um outro aspecto relevante a desenvolver neste espaço é um novo empreendimento visando a dinamização da actual Escola de Enfermagem Dr. José Timóteo Montalvão Machado, que passa pela sua transformação numa Escola Superior de Saúde.
Este projecto está a ser desenvolvido em colaboração com o ISAVE (Instituto Superior de Saúde do Alto Ave), para que Chaves possa vir a ter um Instituto Politécnico, composto por duas Escolas Superiores: uma de Saúde e outra de Hotelaria e Turismo.
O vereador António Cabeleira mostrou o projecto e explicou toda a sua complexidade, dizendo que tudo vai ser feito por fases “e se o Governo aprovar a Escola Superior de Saúde, as obras arrancam de imediato”.
A complementar este espaço de formação universitária, “haverá um centro tecnológico, composto por dois ou três edifícios, adequados para a investigação, para as pessoas formadas nestas Escolas, pois queremos que se torne num campo de investigação a nível nacional.”
Este futuro Instituto Politécnico de Chaves comportará um espaço para uma residência universitária e um lar para a terceira idade, que irá servir para que as pessoas possam passar os últimos anos de vida com dignidade. Este mesmo edifício vai “atacar” uma das lacunas da região e “irá ter uma valência de unidade continuada de saúde e uma valência de cuidados paliativos”, referiu António Cabeleira.
“A unidade cuidados paliativos não é só para gente idosa, pois é para estas unidades que vem parar todos os doentes que estão em fase terminal. Os hospitais não têm grandes condições de os ter, porque não estão preparados para isso e são, como há bem poucos dias falou o Senhor Primeiro-ministro, necessárias bem mais camas.
Tudo isto é um complexo privado e o único investimento público é o da Câmara Municipal, no contexto da actual Escola Superior de Enfermagem, da qual a Câmara de Chaves é um dos sócios principais”, salientou António Cabeleira.
Nesta nova “cidade universitária”, se assim a podemos chamar, depois de estarem criadas todas estas condições, vai poder haver o curso de enfermagem com especialidade em geriatria e o curso de fisioterapia também com uma especialidade nesta área.
 

 
Outeiro Seco terá um Lar
Neste novo projecto que está a ser desenvolvido para a Quinta, uma pequena área já foi doada à Associação Mãos Amigas, de Outeiro Seco, para que aí possa construir o seu lar de terceira idade, para servir a freguesia. Um projecto estritamente local, independente do “hotel geriátrico” que vai ser concebido para servir toda a região Norte.
 

 
Eurocidade é uma mais-valia
A autarquia flaviense pretende que todo o projecto seja inserido na Eurocidade Chaves – Verin tendo valências do lado de lá da fronteira. “Do lado de Verin as valências vão ser ligadas ao sector do termalismo e do turismo. Nós temos a escola de hotelaria e turismo do lado de cá da fronteira, mas vamos ter os campos de estágios do outro lado da fronteira. Ligado ao termalismo, pretendemos fazer a mesma coisa.
A Escola Superior de Saúde irá ter uma especialidade de enfermagem e de fisioterapia para o termalismo e para os SPAS. Este projecto ira ter do lado de Verin instalações, no contexto da eurocidade, podendo vir a ganhar uma expressão bem mais vasta”, concluiu António Cabeleira.
 
Por: Paulo Silva Reis

 

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Publicado por Humberto Ferreira às 00:05

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Sexta-feira, 20 de Março de 2015

Recortes - "Cofres cheios" vs "Bolsos vazios"

 

Cofres Cheios.jpg

Fonte:

http://www.noticiasaominuto.com/economia/363085/pais-tem-cofres-cheios-para-honrar-compromissos?utm_source=vision&utm_medium=email&utm_campaign=daily

 

Bolsos Vazios.jpg

Fonte:

http://www.noticiasaominuto.com/politica/363284/portugueses-infelizmente-estao-com-bolsos-vazios?utm_source=vision&utm_medium=email&utm_campaign=afternoon 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 12:00

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Terça-feira, 15 de Abril de 2014

E era preciso sondagem?

 

 

 

Fonte:

http://www.noticiasaominuto.com/politica/203431/politicos-da-ditadura-eram-mais-serios-e-honestos-do-que-os-atuais

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:01

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