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Sábado, 23 de Maio de 2015

Contributos - Tupamaro - “Aviário e canalhário de CHAVES”

 

Contributos2014-Tupamaro.jpg

 

 

A Câmara Municipal de Chaves

está transformada num aviário empestado,

num desavergonhado «canalhário»!

  

 

Às vezes, o cretino «pavão de Castelões» traz-me à lembrança a personalidade sinistra do nazi Albert Speer.

 

Tal como este, o “Tonho Cabeleira” revela não ter a mínima sensibilidade para a contradição entre «o que é» e «o que devia ser».

 

Deixa a Cidade e os cidadãos, por submetidos às loucuras, abusos e arbítrios dos «lisVoetas», entrarem em decadência; colabora nas tragédias de aviltamento do património; no desarranjo dos caminhos do progresso; e na negação e obstrução dos direitos da Cidade e dos cidadãos, e aparece constantemente a declarar, cínica e hipocritamente, sentimentos patrióticos (bairritas) verdadeiros que mais não são do que sentimentos inventados!

 

O «pavão de Castelões» é um indivíduo (falta-lhe ainda qualquer coisinha para ser “pessoa”) perverso: sabe comportar-se como se tivesse sentimentos!

 

DSC_3458.JPG

 

 

O contraste entre a beatitude dos seus gestos e palavras, quando na «oposição» autárquica e nas missões das campanhas eleitorais, e a malícia da sua postura, manhosa e vingativa, quer como vereador com pelouro, quer como cinzento-escuro (e obscuro) deputado, quer como actual presidente de Câmara Municipal, até nos levou a crer que a sua redonda paixão é passar por ser um “klausinho Barbiezinho”!

 

Tenho comigo bem presente a facilidade com que «bufos», salazarentos e fascistas se transferiram, no dia seguinte ao 25 de Abril/74, para «democratas»!

 

“Tipos” (personalidade) como a do “Tonho Cabeleira” (ou a de Cavaco, ou a de Passos Coelho, ou a de Portas) encontraram a chave para ultrapassar a sua impotência (a sua incompetência), sentida como falha pessoal insuportável, na identificação com o poder opressor, realizado nas políticas autárquicas (ou nacionais) do nepotismo, da degradação do património e do meio-ambiente; na diminuição dos Serviços Sociais; na desvalorização ou aniquilamento dos recursos naturais (muito mal disfarçadas com as «Feirinhas de Sabores e Saberes» replicadas e «clonezadas).

 

O «pavão de Castelões», desmiolado como é, sente-se o «anjo do juízo final» dos Flavienses.

 

Ao jurado e abjurado padre falso, do Ravegão, o “Baptista das Concertinas”, deve as demoníacas celestiais asas que o têm mantido a pairar no céu da politiquice!

 

Tendo aprendido bem com este seu mentor, o tal padre falso Baptista, O “Tonho Cabeleira”, sob o manto de santa seriedade (olhem p’ra ele quando fala … para um microfone ou câmara de Televisão!), comporta-se de uma forma manhosa e desonesta!

 

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Para não referir a última «aparição» acerca do custo da Água para Os de Montalegre e Os de Chaves, dou como exemplo a sua ladainha perante a criminosa pouca-vergonha e indecência que se passa com os atentados à Natureza e à Saúde Pública nos cursos de água de OUTEIRO SECO!

 

Beato falso, como o seu padre padrinho, reza com os mesmos lábios que usa para mentir.

 

Nos seus «discursos», o «pavão de Castelões» emprega as palavras em função do seu efeito, mas sem que tenham qualquer coisa a ver com o que se passas no seu íntimo.

 

Tal como seu mentor e «padrinho», só acredita em Deus sempre e quando quer dele alguma coisa!

 

Tartufo-tartufilho, aprendeu bem os truques e as manhas do tartufo arcipreste!

 

O ódio e a destrutividade que revela nas suas acções e omissões para com o Município e os Munícipes é aquilo que o faz sentir-se, a ele, vivo, e também uma manifestação da sua «veneração pela morte»!

 

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O cinismo perante os “Esgotos nas linhas de água em Vale Salgueiro - Outeiro Seco“, o indecente abandono do CASTELO de MONFORTE de RIO LIVRE; o desleixo pela CAPELA DA GRANGINHA, de OUTEIRO MACHADO ou o Castro de CURALHA; o imperdoável esquecimento do Açude; a covardia perante a roubalheira de Serviços essenciais à vida dos Flavienses, etc., etc., etc., dizem bem do medíocre que este marmanjo é!

 

Ah! A esse «pavão de Castelões» há-de chegar a hora de mudança de penas, e de tal maneira e feitio que o inferno e o purgatório juntos até lhe vão parecer um paraíso!

 

«Moco de pavo», não venha mais com falsas declarações de empenho, dedicação; com falsos juramentos de “Verdade – Trabalho – Competência” em prol da vida, serena, justa e feliz, dos Flavienses!

 

Se vivo fosse, o meu amigo Poquelin escreveria uma comédia ainda mais célebre e celebrada, com as personagens do «canalhário» da Câmara Municipal de Chaves, dos últimos anos!

 

M., 18 de Abril de 2015

Tupamaro

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:05

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