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Quinta-feira, 8 de Maio de 2014

IPF - Instituto Português de Fotografia - Cursos e Workshops em Vila Real

 
Quem esteja interessado nesta oferta de formação do IPF - Instituto Português de Fotografia, a ter lugar em Vila Real, pode efectuar a sua inscrição através da seguinte ligação: http://www.ipf.pt/Workshops/Outros/
 
 

 

 

Fonte:

http://www.ipf.pt/Workshops/Outros/#cat17

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:01

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Quarta-feira, 7 de Maio de 2014

Após 8 anos, continuam os esgotos em Vale Salgueiro - Visitem-nos!

 
Por muito que o tempo passe e se chame à atenção dos responsáveis, ajudantes e demais entidades, a resposta é sempre a mesma. Nenhuma.
 
Já por isso dizem que o silêncio é a alma do negócio. Devem querer registar a ideia e começar a exportá-la.
 
Mesmo questionados directamente sobre estas questões, assobiam para o lado e deixam os dias correrem, tal como correm os esgotos, pois a vida corre-lhes bem.
 
Se isto se passa a 500 metros da "fonte" - parques empresariais -, deixo que imaginem quanta porcaria deve haver até ao local onde efectuam as descargas.
 
Já lá vão 8 anos (Março de 2006) desde que a Nível, empresa mandatada pela CMChaves, contactou os proprietários para a construção de uma contuda que conduzisse os esgotos desde os parques empresariais até à estação de tratamento que está no fundo do Rego do Cego.
 
Se há 8 anos era necessária essa infra-estrutura, porque não foi construída desde então? Porque deixou de ser necessária?
 
Encontraram uma solução mais barata. Passaram a despejar os esgotos sem qualquer tratamento nas linhas de água e assim vão desaguar ao Tâmega, contaminando este e todos os terrenos por onde passa.
 
Como as entidades locais têm sido coniventes com esta situação, tornou-se uma solução fácil, barata e sem qualquer oposição de quem quer que seja, permitindo que se arrastasse ao longo destes 8 anos.
 
Já não se trata de uma questão de prejudicar todos os proprietários dos terrenos por onde os esgotos passam, nem de prejudicar aqueles que têm alguma preocupação com o Rio Tâmega que é de todos, trata-se de uma questão ambiental e de saúde pública grave.
 
Acho que vai sendo tempo de todos tomarmos uma posição em relação a esta situação, pois prejudica-nos e envergonha-nos a todos como Aldeia.
 
Por falta de resposta das entidades locais que deveriam representar-nos, tomamos a iniciativa de fazer chegar à Assembleia Municipal as nossas preocupações, que aí foram apresentadas pelos Deputados à Assembleia Municipal pelo MAI - Movimento Autárquico Independente, na pessoa do Deputado Francisco Preto. Podem ver a sua intervenção na Assembleia Municipal de 30 de Abril nesta ligação: http://sinal.tv/video.php?id_video=340
 
Esperemos que tudo se resolva o mais breve possível.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:05

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Terça-feira, 6 de Maio de 2014

Profissões esquecidas - Tosquiador

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:05

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Segunda-feira, 5 de Maio de 2014

Profissões esquecidas - Enxertador

 

 

 

 

 

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Domingo, 4 de Maio de 2014

Dia da Mãe

 

 

 

 

 

 

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Sábado, 3 de Maio de 2014

Contributos - Sr. Luís Fernandes - “À MINHA CIDADE …”

 

“À MINHA CIDADE …”

 

Falta-lhe o “JARDIM das FREIRAS”!

 

E como, na NOSSA TERRA, os lugares de convívio e de socialização, tal como os Jardins, são os chamados ‘Largos», muitas vezes se lhe ouve chamar-lhe «O LARGO DAS FREIRAS»!

 

(1)

 

À MINHA CIDADE falta-lhe aquele brinquinho onde, antes, a água combinava com os canteiros sempre floridos, e as árvores dissimulavam sinais de compadrio, de atrevimento, de compromisso, e os bancos eram sala de estudo ao ar livre, escondendo da mentira a verdade do enamoramento, e onde os caloiritos púberes corriam ao «vê se me agarras», gritando alegrias antecipadas de futuras conquistas.

 

Na «Esquina do Lopes», os marmanjolas já entradotes na idade «metiam-se» com o Lopes, incitando-o a matrimoniar-se. E o Lopes desabafava com a graça que se lhe conhecia:

 

- «Que remédio lá terei que ter! Até aqui na minha porta está escrito: CASA LOPES!

 

Nas Quartas-feiras, Dia de Feira, era uma enchente de gente a chegar aos CORREIOS.

 

 

E lá estava, qual adivinho, aquele estudante «galifeu» sempre pronto a dar uma ajuda a fazer uma direcção, a saber quanto custava o selo para o Brasil ou a América, ou como ir à «Posta Restante».

 

Os Carteiros “eram (quase) todos bons rapazes”; as meninas e senhoritas bondosas, que vendiam selos, carimbavam encomendas, ligavam o telefone e diziam como preencher o registo ou o vale postal cumpriam o seu dever cheiinhas de simpatia.

 

Vá-se ao que se vá a Chaves, a Rua de Stº. António é um lugar de passagem obrigatório.

 

Suba-se ou desça-se, os olhos olham e a curiosidade morre de fartura.

 

Os olhos olham e as pessoas mostram-se.

 

Hoje, o "Sport", tal como o "Arrabalde" (esquina do Mocho e da Casa do Dr. Alcino; Largo e gradeamento do Quiosque) é o arraial de basbaques; de «armadilhas» quando em grupo: de "cheios- de – razão – não - tendo –nenhuma”; de «sornas», pedantemente instalados entre meia dúzia que realmente dá ao lugar o estatuto de Sala - de - estar da cidade.

 

Em decaimento, pouco falta ao "Sport" para se tornar em mais um lugar «rasca», de uma Cidade à rasca, pois cada vez mais a estão a pôr mais rasca.

 

 

O «Ibéria, o «Jorge», o Geraldes, o «Cabeco», a «Dorinha, o «Mondariz», o «Aurora», o «Central, o «Brasil», o «Pàraketo», etc.,etc., tinham mais «identidade» do que os «panikes», os «pão-quente -a -qualquer -hora»; os «snack's» e outros que tais que por aí abundam às três pancadas.

 

E o “SPORT”, como símbolo de ágora e de miradouro, está estragado pelo que lhe falta na envolvência e pela decrepitude de rotinas.

 

Outrora, o “SPORT” foi uma taberna onde os «homes» preparavam o ânimo para a caminhada, já pelo escuro do dia, que os levaria a mais dois ou três “apeadeiros”, antes que o escuro da noite já estivesse do lado de lá da fronteira do dia seguinte.

 

Remodelou-se e passou a Café, a ponto de encontro e a sacada de rés – do – chão, de onde se debruça a atávica curiosidade dos que estão sempre à espera de quem passa, para lhes dar corda à imaginação e alimento às atenuantes das suas frustrações, onde muitos se perdem só a olhar e a maioria se «apalanca» para se fazer notar.

 

 

E «As Freiras», sem sombra nem bancos; sem passarada e sem estudantada; sem canteiros e sem flores, lembram uma tumba com laje da cor cinzento-triste das Irmãs Franciscanas!


 
 

Luís Henrique Fernandes

 

(1)

Postal - Jardim das Freiras

Edição do Centro de Caridade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Porto (sem data)

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:05

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Sexta-feira, 2 de Maio de 2014

Outros Olhares - Dinis Ponteira

 

 

 

Para colaborar, envie os seus olhares para jhumbertoferreira@sapo.pt. Obrigado. Berto

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:05

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Quinta-feira, 1 de Maio de 2014

Rosas - Composição

 

 

Publicado por Humberto Ferreira às 00:05

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Humberto Ferreira . Berto Alferes

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