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Sábado, 21 de Setembro de 2013

Mentiras eleitorais - III

 

A seguir vêm as mentiras do penas. Até parecia bom rapaz, mas para que os seus mestres lhe permitam acompanhá-los também teve de plasmar mais meia dúzia de mentiras na edição de 29-07-2011 do semanário “A Voz de Chaves”.

 

Ficaram famosas algumas das suas afirmações, sobretudo aquelas que referem limpezas de seis em seis meses, o cumprimento das normas de segurança e higiene e a realização, àquela data, de operações urbanísticas de regularização.

 

Até ficamos arrepiados com a intensidade da “verdade” imbuída nas suas palavras e se nos deslocarmos aos locais referidos, ainda mais. É incrível a precisão com que falam e implementam as suas afirmações. Ia a dizer que parecem relógios suíços, mas cá na Aldeia é melhor ficarmos com a precisão dos relógios de sol em tempo de chuva.

 

Fica então a reprodução do artigo para AQI, sendo que as fotos são do próprio artigo.

 

___________________

 

 

Edição de 29-07-2011 do semanário “A Voz de Chaves”

 

Lixo ainda é visível na “Mina” de Outeiro Seco, mas Câmara garante efectuar limpezas periódicas

 

Após mais de 30 anos a acumular lixos indevidos, ainda há resíduos encobertos no lugar da “Mina”, em Outeiro Seco, e quem tema que ameace as habitações com risco de incêndio. Contudo, o proprietário do terreno, a Câmara de Chaves, garante ter tudo sobre controlo com limpezas de seis em seis meses. O espaço encontra-se vedado e a autarquia faz uso dele para colocar algum entulho “de acordo com as normas de segurança e higiene”, mas avança que a área está a ser alvo de “operações urbanísticas de regularização” para implementar futuros projectos de âmbito social.

 

 

Imagem recolhida no passado sábado 23 de Julho

 

Em Outeiro Seco, entre o Solar dos Montalvões e a Escola de Enfermagem, também conhecido por lugar da “Mina”, ainda é visível lixo misturado com entulho e encoberto pela vegetação. Local de depósito de todo o tipo de lixo e resíduos indevidos por empresas e particulares ao longo de mais de 30 anos, foi e continua a ser também local gerador de polémica na aldeia. Se há quem tema que a mistura de mato com lixo acumulado e soterrado ameace com risco de incêndio as ruínas e habitações circundantes, a Câmara Municipal de Chaves, proprietária do terreno, garante ter tudo sobre controlo com limpezas de seis em seis meses efectuadas pelas máquinas dos serviços operacionais.

 

 

Imagem captada no passado sábado 23 de Julho

 

Embora já se note “o espaço mais limpo” devido às remoções periódicas, “após tantos anos de deposição de resíduos, é natural que se encontrem ainda resíduos encobertos”, notou à Voz de Chaves o vereador da Câmara Municipal de Chaves, Carlos Penas, acrescentando que “é um espaço de grandes dimensões que merece bastante manutenção”. O responsável pelos Serviços Urbanos da autarquia flaviense reconhece que “efectivamente [o terreno] foi alvo de usos indevidos durante algum tempo por parte de privados, que faziam algumas descargas. Detectado esse problema, vedamos o terreno e fazemos uso dele”. Com efeito, os serviços municipais efectuam “de vez em quando a colocação de algum entulho em função dos seus interesses e necessidades”, até “para regularizar o terreno”, mas “de acordo com todas as normas de segurança e de higiene”, sublinha Carlos Penas.

 

 

 Imagem recolhida no passado sábado 23 de Julho

 

Em Abril 2010, o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, através do Destacamento Territorial de Chaves, emitiu um auto de notícia por contra-ordenação por falta de licenciamento para a realização de operações de gestão de resíduos e solicitou à Câmara, através de ofício, a remoção dos mesmos no lugar da “Mina”, mas o vereador esclarece que o município cumpriu as suas obrigações e não foi alvo de qualquer multa.

 

Materialização dos projectos “é um processo que tem de ser estudado e demora o seu tempo”

 

 

Imagem recolhida no passado sábado 23 de Julho

 

Em 2008, foram divulgados projectos de empreendimentos arrojados para aquele terreno, que incluíam, entre outros, a reconversão do Solar dos Montalvões em restaurante, museu gastronómico regional e sala de exposições, que ficariam a cargo da Confraria de Chaves, bem como um Instituto Politécnico, composto por residência estudantil e duas Escolas Superiores: uma de Saúde e outra de Hotelaria e Turismo, além de um Parque de Ciência e Tecnologia para investigação. Contudo, Carlos Penas esclarece que “são planos” e a materialização dos projectos “é um processo que tem de ser estudado e demora o seu tempo”. Deste modo, “estando desocupado, existe uma série de projectos para aquele espaço, que serão de futuro implementados consoante haja possibilidades, respectivas candidaturas e seja o momento oportuno”, remata o vereador.

 

 

 Imagem recolhida no passado sábado 23 de Julho

 

Recentemente, a Câmara de Chaves anunciou que irá ceder a título de empréstimo um dos dois lotes na Quinta dos Montalvões à associação Chaves Social para instalar uma Unidade de Internamento de Cuidados Continuados, além da construção de um lar de terceira idade numa área cedida à Associação Mãos Amigas. Neste momento, “estão a ser feitas as operações urbanísticas de regularização de toda aquela área para que de futuro esses edifícios possam ser implementados”, remata Carlos Penas.

 

Por: Sandra Pereira

  

Publicado por Humberto Ferreira às 00:05

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